"Carnes expostas
Corpos famintos
O vendedor ávido por se desfazer da mercadoria
Humanos sedentos por carnes
A balança espera o próximo pedaço..."
Vivemos a era do açougue: carnes e carnes expostas, homens e mulheres seminus e nus completamente. Isso era comum entre os romanos, onde os gladiadores lutavam sem roupas e bailarinas dançavam sem nenhuma veste para agradar ao imperador e aos convivas. Com o passar do tempo essa cultura tornou-se deplorável e combatida em muitas culturas, mas nunca vencida. A cada ano vendedor ávido para vender suas mercadorias escancara as sua portas do seu açougue, sendo que este ano ele traz consigo a sua balançar suspensa a 10 metro de altura com o codinome de cápsula do sexo. Isso fere a dignidade da pessoa que vai com seus familiares e amigos ver o espetáculo carnavalesco e se deparam com um convite indesejado de fazer de sua pessoa, cidade e estado, ou melhor, país marketing de turismo sexual, porque em plena festa é feito o que deveria ser feito em sua privacidade. Se muitos não estão nem aí com a sua privacidade eu exijo respeito com a minha.
Isso é Brasil.

Nenhum comentário:
Postar um comentário