sábado, 16 de outubro de 2021

Dependência emocional! o mal do século

 


Eu conheco mais de 10 pessoas próximas que estão cegas por alguém, eu vejo o quanto essas pessoas estacionaram suas vidas, barraram evoluções, adiaram conquistas e quebraram amizades, tudo em prol de uma pessoa.
Quando você abre mão de seus amigos, famílias, e de sonhos pessoas pra conta de alguém, essa conta fecha em um resultado: você está emocionalmente dependente. A dependência emocional tem três fases de consciência:

1- você ainda não sabe que ela te faz mal, e por isso acha que todos os problemas que vieram após o início da relação são um teste! Para que vocês superem e vençam juntos!

2- O segundo nível é a consciência de que ela não é quem você imaginou. Na hora que as vendas caem, e você enxerga o quão mal essa pessoa é para você, vem o desabafo! Você conta a todos que confia que ela tem te feito mal! Entre abusos, traições, desrespeitos e danos, a sua base afetiva (família e amigos) pegam ranço dessa pessoa!
Mas aí, você volta com ela. E agora sem apoio você passa a cortar laços com quem até aqui, lutou com você.
Ao derrubar todas as pontes de fuga, você mantém uma intacta, a ponte de volta, aos braços dessa pessoa.

3- o terceiro nível é quando você sabe que ela te faz mal, que a sua vida mudou para pior, mas ainda assim não consegue de desprender!
Parece que é mais forte que você.
Então, você passa a mentir para si, e diz que tem dúvidas, afinal uma hora ela é um anjo, e na outra ela te derruba do paraíso! Mas isso é uma desculpa que no fundo nem você acredita.

Pessoas dependentes perdem o seu bem mais valioso: O TEMPO!
Passam semanas, meses, anos! Até que (em 99% dos casos) a pessoa tóxica termina com você!

E as vezes é só ai, que você decide lutar e dar a volta por cima.
O triste, é que nem todo mundo consegue, a maioria inclusive fica na expectativa dessa pessoa voltar, chegam até a se tornam amantes!

A dependência emocional é o mal do século! Onde pessoas “morrem” e confinando vivendo ao lado de quem as matou!

Texto e imagem:@marcosbulhoes

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020



Papai!?


(Foto Google)



Descobri-me grávido gemelar já na sexta semana de gestação. Como isso se deu? Fiz uma viagem a negócio para o interior do estado de alagoas onde passamos dois longos meses e nada foi resolvido. Mas pelo menos uma coisa boa nos aconteceu.

Eu já havia desconfiado ao notar que os seios e os quadris da minha esposa estavam salientes e, o que mais denunciou foi sua ânsia de vômito ao comer um torresmo.

A confirmação veio com o famoso teste de farmácia. Foram feitos dois testes, onde resultado positivo se deu no segundo teste, após uma semana.

Para dirimir a dúvida que foi gerada, resolvemos na mesma semana fazer um exame Beta HCG Qualitativo. Por surpresa nossa, o resultado saiu duas horas depois. Onde vibramos e já agendamos uma consulta ginecológica para o dia seguinte.

Para aumentar a minha satisfação, a ginecologista anuncia pela ultrassonografia: - parabéns papai! O senhor é pai de gêmeos.


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Como Eu Era Antes de Você

Às vezes você encontra o amor onde menos imagina. Isso é fato. Até mesmo no narcisismo o amor é encontrado.

Fonte: Google.



Como eu era antes de você.

Filme da Warner Bros, autoria de Jojo Moyes, direção der Thea Sharrock, lançado no Brasil em junho de 2016.
Por trás da historia de uma jovem (Louisa Clark (Lou), interpretada por Emilia Clarke) interiorana que vive em uma pitoresca cidade de campo inglesa em crise. Sem rumo, após ter perdido o emprego, a jovem vai em busca de trabalho remunerado em uma agência de empregos para tentar ajudar sua família com as despesas. Depois de recusar várias propostas aceita ser cuidadora de Willian Traynor (interpretado por Sam Clafin), um banqueiro jovem e rico que se tornou cadeirante tetraplégico após um acidente de moto. 

Willian Traynor em seu amor egoísta decide abreviar a sua vida por meio da eutanásia por está incapacitado para as atividades antes executadas no seu cotidiano. Por acidente Lou tem conhecimento da decisão de Willian, determinado-a a mostrar ao jovem que a vida vale a pena ser vivida, empreendendo uma série de aventuras e até mesmo entregando a ele o seu coração. O seu jeito alegre de ser cativou a sua simpatia, mas não fez Will amar a vida em sua simplicidade fechando-se ao seu próprio ego.

Eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista. Independentemente da forma de eutanásia praticada, seja ela legalizada ou não, ela é considerada um assunto controverso, por está em questão o valor de uma vida humana. O jovem Will Traynor, mesmo precisando de terceiros para fazer o básico, ele tem uma vida indigna. Então podemos deixar de fora o argumento da eutanásia como pressuposto de dignidade humana.

A eutanásia pode ser dividida em dois grupos: a eutanásia ativa e a eutanásia passiva. Embora existam duas classificações possíveis, a eutanásia em si consiste no ato de facultar a morte sem sofrimento a um indivíduo cujo estado de doença é crônico e, portanto, incurável, normalmente associado a um imenso sofrimento físico e psíquico. A eutanásia ativa como plano, ações que levam pôr término à vida, na medida em que é planejada e negociada entre o doente e o profissional que vai levar e a termo o ato.

A eutanásia passiva por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. A Holanda legalizou a eutanásia (morte assistida) em primeiro de Abril de 2002, tornando-se o primeiro país do mundo a fazê-lo, ao impedir processos judiciais contra médicos que respeitem determinados "critérios de meticulosidade". A Bélgica legalizou a eutanásia em Setembro de 2002.

Deputados luxemburgueses pronunciaram-se a favor da legalização da eutanásia, em situações médicas "sem saída", mas proibida a menores. No Brasil e em Portugal esta prática é ilegal. Em outros países, a pesar de ser ilegal, estão previstas algumas ajudas, como na Itália, onde a lei para recusar cuidados a doentes terminais é reconhecida na Constituição. Na Grã-Bretanha essa interrupção é autorizada em alguns casos desde 2002, segundo o Jornal de Noticias[1].

Na Espanha, na Hungria e na República Checa os doentes incuráveis podem recusar tratamento.

Desde 22 de Abril de 2005 existe na França a lei de deixar o paciente morrer e na Suíça o médico pode dar a um doente terminal, se este desejar morrer, uma dose fatal de medicamento para que ele mesmo ingira. Na Alemanha e na Áustria o desligar de uma máquina não é ilegal desde que o paciente o autorize. Já na Noruega, os médicos podem decidir deixar de tratar um doente quando este o solicita. É esta a realidade que o filme sutilmente que tratar: A EUTANÁSIA. Como pano de fundo, temos este lindo romance.

[1] Bélgica e Holanda são únicos países europeus que legalizaram a eutanásia http://www.jn.pt/sociedade/interior...


sábado, 21 de novembro de 2015

PARA QUE LADO PENDE O FIEL DA BALANÇA?

Fonte: Google


Há uma preocupação extremada com a satisfação do cliente e um desleixo quase total com a satisfação do seu profissional. Ouve-se muito que o cliente sempre tem razão, que o cliente é o rei e, por aí adiante.
Como proporcionar a satisfação “deste rei” ou “deste cliente rei” se o seu profissional está insatisfeito com a ingerência de seus colegas de trabalho?
Quando insatisfeito, frustrado, sente o profissional, ele tem uma desorganização de comportamento, a uma agressividade interna causando alienação e apatia ao(s) colega(s) causador(es) e a empresa, afetando diretamente ao consumidor e ao cliente. Consumidor é aquele que compra o produto/serviço vai embora e não volta, por não precisar mais do serviço da empresa. E cliente é aquele que volta para a segunda compra do produto/serviço e/ou por mais vezes.
A causa da insatisfação deste profissional pode ser gerada devido ao descumprimento dos horários de entrada e saída dos seus funcionários. Principalmente ao horário de saída.
O não cumprimento desse horário acaba gerando um sentimento de desrespeito por deixar de vê este profissional como alguém que tem compromissos extra empresa onde trabalha, que são família, escola, descanso e entre outros.
Quando um profissional está insatisfeito no seu trabalho sempre se observa apenas a sua má vontade no cumprimento de suas funções e não a(s) causa(s) de sua insatisfação.

Na maioria dos casos é sempre alguém que quer se beneficiar em detrimento de outrem, pois lhes faltou uma formação humanista, sobrando-lhe somente a formação tecnicista. Esta atitude solapista não faz, nem o individuo nem a empresa crescer. Pelo contrário, gera insatisfação e mais insatisfação. E quando a insatisfação vai se disseminando pelas ondas sonoras da famosa “rádio peão” a grava ainda mais a situação.

O perigo mais lastimável é quando a audiência desta “rádio” parte de cima para baixo: a começar pelos gerentes de setores, lideres até aos subordinados.

Deste modo, os empreendimentos desta empresa sempre caminharão à passos curtos, porque o interesse aqui não está no bom andamento do processo, mas exaltar a sua subjetividade diante do superior mais elevado, na pretensão de dizer que é melhor que A ou B que não cumpriu com as suas funções como deveria.

Quando a empresa tomar conhecimento do fato real, se for tardio, mais dificultoso será conter os ânimos e de amenizar os prejuízos causados pela insatisfação generalizada, já adotada pela maioria dos seus funcionários.



segunda-feira, 4 de maio de 2015

Casamento: como dialogar de maneira eficaz

14 dicas para lidar com situações conflituosas dentro do casamento


© pio3/SHUTTERSTOCK
Pergunta

Fico preocupada porque
 discuto muito com meu esposo, inclusive às vezes sobre coisas pouco importantes. Isso é normal? Há truques para discutir menos?

Resposta: como atenuar os conflitos no casamento

Se há uma reclamação, é porque existe uma necessidade não satisfeita em uma das partes. Diante disso, é preciso estabelecer uma forma de comunicação no
 casamento que atenue o lado negativo da parte emocional do conflito, transformando-o em uma oportunidade de melhorar a vida conjugal.

Algumas condições importantes

1. Quando um dos esposos reclama de alguma coisa, é preciso
deixá-lo falar, mesmo quando não tenha a razão, já que precisa desabafar. Uma vez exposto o problema, ele estará mais preparado para dialogar, com mais abertura e serenidade.

2. Quem
 reclama por bons motivos, geralmente o faz porque ama, porque se interessa e precisa que seu cônjuge se supere.

3. Se for preciso criticar algum defeito ou atitude,
 faça isso com amor. Se já é doloroso aceitar os próprios defeitos, mais custoso ainda será ter de ouvi-los de outra pessoa. Por isso, precisamos ser delicados e compreensivos na hora de criticar ou dizer algo negativo ao outro.

4. Jamais jogar na cara do outro os
 erros do passado. É preciso ter compreensão e amor diante das fraquezas do outro, como gostaríamos que fizessem conosco. Em "Os miseráveis", Victor Hugo afirma que ser misericordioso consiste em saber onde estão as feridas do outro, não em tocá-las.

5. Nunca discuta quando você está
 irritado. Se está com raiva, não é hora de abordar a problemática. Isso exige muita sabedoria e prudência, fortaleza e domínio, controle da ira que podemos sentir quando estamos em conflito.

6. Evite os gestos e sinais de
 impaciência: eles só demonstram que não há disposição sincera de escutar.

7. Não procure
 "vencer" em uma discussão. A aparente derrota é, na verdade, uma grande vitória de quem, respondendo com serenidade, se sacrifica por amor a Deus e ao cônjuge. O problema com a discussão é que às vezes se busca mais ganhar do "adversário" do que encontrar caminhos e soluções para as dificuldades.

8. Com relação aos
 problemas com os filhos, é preciso destacar que o conflito é com o filho, não com o esposo(a), ainda que a falta cometida pelo filho tenha sido abusando do amor de um dos pais.

9. Evite
 gritar. O grito é em si mesmo uma agressão, independentemente do que se diga.

10. Não admitir a
 negligência (descuido, apatia), reclamar do que é preciso reclamar. No amor, é preciso ter um grau de exigência saudável. Sempre temos de buscar o melhor para a pessoa a quem amamos, e às vezes será preciso exigir coisas dela. Quando não há amor, somos indiferentes à superação (ou não) da pessoa, mas, com a pessoa amada, isso jamais pode chegar a acontecer.

11.
 Não discutir na frente dos filhos, fazer isso privadamente. Discutir às vezes é inevitável, porém, mais inevitável ainda é fazer as pazes amorosamente.

12. Nunca
 terminar o dia após uma discussão sem recuperar a paz, ainda que o conflito não tenha sido resolvido. Humildade para falar, para fazer ver que o amor prevalece.

13. Quando você estiver errado(a), reconheça e
 peça desculpa. Para muitos, pedir desculpas equivale a uma humilhação, mas não: é grande a pessoa que reconhece que é um ser humano, com qualidades e defeitos, que luta cada dia por superar-se.

14. Quando um não quer, dois não brigam. Quem está errado geralmente é quem mais fala ou grita. Por lógica, quem está mais calmo costuma ver as coisas com maior clareza e poderá dialogar com mais tranquilidade e
 paz interior.

Fonte: http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/casamento-como-dialogar-de-maneira-eficaz-5873423381168128


sábado, 7 de março de 2015

SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME


A Rede Globo e o Conversa Afiada, com Paulo Henrique Amorim, querem vender seus peixes no mercado midiático mostrando cada um ao seu público aquilo que acreditam ser a verdade. 

Mas quem é detentora dessa suposta verdade?

É de fato, verdade ou um embuste? Embuste porque é um milagre ambos estarem querendo evidenciar a verdade sem maculá-la. Só sabemos que entre uma suposta verde, uma mentira e uma desmentira alguém esta falando a verdade, contudo, uma verdade embriagada de sensacionalismo midiático.

Tanto a Rede Globo quanto o Conversa Afiada usam a mesma ferramenta, o sensacionalismo, com a pretensão encontrar os verdadeiros culpados na Petrobras para que nada vá para debaixo do tapete (será?), ou, como sempre, tudo vire uma grande pizza. Quem deveras é o verdadeiro culpado (ou os verdadeiros culpados)?

Uns acusam o PT e outros o PSDB e companhia Ltda. Mas é claro que os verdadeiros culpados somos nós, cidadãos, eleitores doutos e leigos que deixamos o vírus da corrupção infectar o nosso inconsciente coletivo fazendo-nos vítimas e algozes de nós mesmos.

Dependência emocional! o mal do século

  Eu conheco mais de 10 pessoas próximas que estão cegas por alguém, eu vejo o quanto essas pessoas estacionaram suas vidas, barraram evoluç...