sábado, 21 de novembro de 2015

PARA QUE LADO PENDE O FIEL DA BALANÇA?

Fonte: Google


Há uma preocupação extremada com a satisfação do cliente e um desleixo quase total com a satisfação do seu profissional. Ouve-se muito que o cliente sempre tem razão, que o cliente é o rei e, por aí adiante.
Como proporcionar a satisfação “deste rei” ou “deste cliente rei” se o seu profissional está insatisfeito com a ingerência de seus colegas de trabalho?
Quando insatisfeito, frustrado, sente o profissional, ele tem uma desorganização de comportamento, a uma agressividade interna causando alienação e apatia ao(s) colega(s) causador(es) e a empresa, afetando diretamente ao consumidor e ao cliente. Consumidor é aquele que compra o produto/serviço vai embora e não volta, por não precisar mais do serviço da empresa. E cliente é aquele que volta para a segunda compra do produto/serviço e/ou por mais vezes.
A causa da insatisfação deste profissional pode ser gerada devido ao descumprimento dos horários de entrada e saída dos seus funcionários. Principalmente ao horário de saída.
O não cumprimento desse horário acaba gerando um sentimento de desrespeito por deixar de vê este profissional como alguém que tem compromissos extra empresa onde trabalha, que são família, escola, descanso e entre outros.
Quando um profissional está insatisfeito no seu trabalho sempre se observa apenas a sua má vontade no cumprimento de suas funções e não a(s) causa(s) de sua insatisfação.

Na maioria dos casos é sempre alguém que quer se beneficiar em detrimento de outrem, pois lhes faltou uma formação humanista, sobrando-lhe somente a formação tecnicista. Esta atitude solapista não faz, nem o individuo nem a empresa crescer. Pelo contrário, gera insatisfação e mais insatisfação. E quando a insatisfação vai se disseminando pelas ondas sonoras da famosa “rádio peão” a grava ainda mais a situação.

O perigo mais lastimável é quando a audiência desta “rádio” parte de cima para baixo: a começar pelos gerentes de setores, lideres até aos subordinados.

Deste modo, os empreendimentos desta empresa sempre caminharão à passos curtos, porque o interesse aqui não está no bom andamento do processo, mas exaltar a sua subjetividade diante do superior mais elevado, na pretensão de dizer que é melhor que A ou B que não cumpriu com as suas funções como deveria.

Quando a empresa tomar conhecimento do fato real, se for tardio, mais dificultoso será conter os ânimos e de amenizar os prejuízos causados pela insatisfação generalizada, já adotada pela maioria dos seus funcionários.



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