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| Fonte: Google |
Há uma preocupação extremada com a satisfação do cliente e um desleixo
quase total com a satisfação
do seu profissional. Ouve-se muito que o cliente sempre tem razão, que o
cliente é o rei e, por aí adiante.
Como proporcionar a satisfação “deste
rei” ou “deste cliente rei” se o seu profissional está insatisfeito com a ingerência de
seus colegas de trabalho?
Quando insatisfeito, frustrado, sente o profissional, ele tem uma desorganização de
comportamento, a uma agressividade interna causando alienação e apatia ao(s)
colega(s) causador(es) e a empresa, afetando diretamente ao consumidor e ao
cliente. Consumidor é aquele que compra o produto/serviço vai embora e não
volta, por não precisar mais do serviço da empresa. E cliente é aquele que
volta para a segunda compra do produto/serviço e/ou por mais vezes.
A causa da insatisfação deste profissional pode ser
gerada devido ao descumprimento dos horários de entrada e saída dos seus
funcionários. Principalmente ao horário de saída.
O não cumprimento desse horário acaba gerando um sentimento de desrespeito
por deixar de vê este profissional
como alguém que tem compromissos extra empresa onde trabalha, que são família,
escola, descanso e entre outros.
Quando um profissional está insatisfeito no seu trabalho
sempre se observa apenas a sua má vontade no cumprimento de suas funções e não
a(s) causa(s) de sua insatisfação.
Na maioria dos casos é sempre alguém que quer
se beneficiar em detrimento de outrem, pois lhes faltou uma formação humanista,
sobrando-lhe somente a formação tecnicista. Esta atitude solapista não faz, nem o individuo nem a empresa crescer. Pelo
contrário, gera insatisfação e mais insatisfação. E quando a insatisfação vai
se disseminando pelas ondas sonoras da famosa “rádio peão” a grava ainda mais a
situação.
O perigo mais lastimável é quando a
audiência desta “rádio” parte de cima para baixo: a começar pelos gerentes de
setores, lideres até aos subordinados.
Deste modo, os empreendimentos desta empresa sempre
caminharão à passos curtos, porque o interesse aqui não está no bom andamento
do processo, mas exaltar a sua subjetividade diante do superior mais elevado,
na pretensão de dizer que é melhor que A ou B que não cumpriu com as suas funções
como deveria.
Quando a empresa
tomar conhecimento do fato real, se for tardio, mais dificultoso será conter os
ânimos e de amenizar os prejuízos causados pela insatisfação generalizada, já
adotada pela maioria dos seus funcionários.

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