Às vezes você encontra o amor onde menos imagina. Isso é fato. Até mesmo no narcisismo o amor é encontrado.
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| Fonte: Google. |
Como eu era antes de você.
Filme da Warner
Bros, autoria de Jojo Moyes, direção der Thea Sharrock, lançado no Brasil em
junho de 2016.
Por trás da
historia de uma jovem (Louisa Clark (Lou), interpretada por Emilia Clarke)
interiorana que vive em uma pitoresca cidade de campo inglesa em crise. Sem
rumo, após ter perdido o emprego, a jovem vai em busca de trabalho remunerado
em uma agência de empregos para tentar ajudar sua família com as despesas.
Depois de recusar várias propostas aceita ser cuidadora de Willian Traynor
(interpretado por Sam Clafin), um banqueiro jovem e rico que se tornou
cadeirante tetraplégico após um acidente de moto.
Willian Traynor em seu amor
egoísta decide abreviar a sua vida por meio da eutanásia por está incapacitado
para as atividades antes executadas no seu cotidiano. Por acidente Lou tem
conhecimento da decisão de Willian, determinado-a a mostrar ao jovem que a vida
vale a pena ser vivida, empreendendo uma série de aventuras e até mesmo
entregando a ele o seu coração. O seu jeito alegre de ser cativou a sua
simpatia, mas não fez Will amar a vida em sua simplicidade fechando-se ao seu
próprio ego.
Eutanásia é a prática
pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e
assistida por um especialista. Independentemente da forma de eutanásia
praticada, seja ela legalizada ou não, ela é considerada um assunto
controverso, por está em questão o valor de uma vida humana. O jovem Will
Traynor, mesmo precisando de terceiros para fazer o básico, ele tem uma vida
indigna. Então podemos deixar de fora o argumento da eutanásia como pressuposto
de dignidade humana.
A eutanásia pode
ser dividida em dois grupos: a eutanásia ativa e a eutanásia passiva. Embora
existam duas classificações possíveis, a eutanásia em si consiste no ato de
facultar a morte sem sofrimento a um indivíduo cujo estado de doença é crônico
e, portanto, incurável, normalmente associado a um imenso sofrimento físico e
psíquico. A eutanásia ativa como plano, ações que levam pôr término à vida, na
medida em que é planejada e negociada entre o doente e o profissional que vai
levar e a termo o ato.
A eutanásia passiva
por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do
tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos,
farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. A Holanda legalizou a
eutanásia (morte assistida) em primeiro de Abril de 2002, tornando-se o
primeiro país do mundo a fazê-lo, ao impedir processos judiciais contra médicos
que respeitem determinados "critérios de meticulosidade". A Bélgica
legalizou a eutanásia em Setembro de 2002.
Deputados
luxemburgueses pronunciaram-se a favor da legalização da eutanásia, em
situações médicas "sem saída", mas proibida a menores. No Brasil e em
Portugal esta prática é ilegal. Em outros países, a pesar de ser ilegal, estão
previstas algumas ajudas, como na Itália, onde a lei para recusar cuidados a
doentes terminais é reconhecida na Constituição. Na Grã-Bretanha essa
interrupção é autorizada em alguns casos desde 2002, segundo o Jornal de
Noticias[1].
Na Espanha, na
Hungria e na República Checa os doentes incuráveis podem recusar tratamento.
Desde 22 de Abril
de 2005 existe na França a lei de deixar o paciente morrer e na Suíça o médico
pode dar a um doente terminal, se este desejar morrer, uma dose fatal de
medicamento para que ele mesmo ingira. Na Alemanha e na Áustria o desligar de
uma máquina não é ilegal desde que o paciente o autorize. Já na Noruega, os
médicos podem decidir deixar de tratar um doente quando este o solicita. É esta
a realidade que o filme sutilmente que tratar: A EUTANÁSIA. Como pano de fundo,
temos este lindo romance.
[1] Bélgica e
Holanda são únicos países europeus que legalizaram a eutanásia http://www.jn.pt/sociedade/interior...

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